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COMUNICAÇÃO PROXÊMICA DO ENFERMEIRO NO CUIDADO DO PACIENTE EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA

COMUNICAÇÃO PROXÊMICA DO ENFERMEIRO NO CUIDADO DO PACIENTE EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA

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AUTORE(A)S – 2º LUGAR DA ESPOSIÇÃO DE TRABALHOS SIMPOCONV 2021

  • Juliane Fontes Teles
  • Sílvia Teresa Carvalho de Araújo
  • Lidiane Passos

OBS: Este trabalho não participa da votação desta edição.

RESUMO

Os seres humanos comunicam-se através das manifestações e de conteúdos verbais, bem como por expressões não verbais. Porém, a linguagem não verbal é compreendida de forma plena pelos profissionais que atuam nos serviços de saúde. Esta comunicação envolve o corpo com suas características físicas, fisiológicas e gestuais. Dentre as inúmeras formas de comunicação existentes, a proxêmica, um tipo de comunicação não verbal, apesar de ser ainda pouco explorada, é naturalmente utilizada no cotidiano das pessoas, e vem despertando interesse quanto a sua expressividade nas diferentes dimensões do exercício da enfermagem. O estudo sobre a comunicação proxêmica como um fenômeno na produção de cuidado complementar de enfermagem, pois o cuidado é centrado não somente na pessoa que é assistida, mas também no trabalhador que assiste. Pois de acordo com a proxêmica exercida entre ambos existe uma diferenciação na produção do cuidado para o paciente, tendo em vista que a produção do cuidado não se dá apenas pela técnica executada, mas tudo que norteia. Objetivo: Analisar a comunicação proxêmica do enfermeiro no cuidado com paciente em Unidade de Terapia Intensiva para colocar em evidência o mapeamento proxêmico na UTI. Metodologia: Trata-se de um estudo observacional, com abordagem quantitativa. O cenário de estudo trata-se de um hospital privado. Os participantes da pesquisa foram enfermeiros plantonistas atuantes na UTI clínica e cirúrgica. As observações foram não participantes, seguidas de um roteiro estruturado. Resultado: Foram realizadas 09 observações, os resultados obtidos foram estruturados em duas tabelas uma evidenciando a distribuição do perfil pessoal e clínico dos pacientes avaliados, segundo a UTI e a outra revelando a interação dos enfermeiros com os pacientes segundo a distância mantida e a condição clínica. Outro resultado foi obtido através de duas representações gráficas dos locais, cujas zonas definidas segundo Hall são apresentadas por cores. Conclusão: A comunicação é um instrumento indispensável para a equipe de Enfermagem na prestação do cuidado aos pacientes, pois auxilia em uma terapêutica eficaz e de qualidade. Desta forma possibilita o enfermeiro compreender o seu papel como ser que cuida enxergando o paciente, o ser cuidado, numa perspectiva integral.

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