Menu Responsivo
Menu Responsivo

A psicologia clínica e a sua preocupação (ou a falta dela) com a mentira

A psicologia clínica e a sua preocupação (ou a falta dela) com a mentira

24 respostas para “A psicologia clínica e a sua preocupação (ou a falta dela) com a mentira”

  1. Muito bom seu trabalho, João Pedro. Ótima apresentação. Este tema é extremamente importante para o campo da psicologia clínica. De fato há mesmo a ideia de “não importa a mentira” no meio, mas há também um consenso de norte para intervenções a partir do momento em que elas se revelam. Seu trabalho é uma sinalização importante aos profissionais da psicologia que trabalham na área clínica: Há algo aí que pode ser explorado, pois pode contribuir positivamente no manejo, nas intervenções, logo, no processo terapêutico.

Deixe um comentário

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

AUTORE(A)S

João Pedro Silva Reis (Graduando em psicologia e pós graduando em comunicação não verbal e análise de credibilidade)

RESUMO

Esse trabalho resume a minha pesquisa de monografia para aprovação no curso de psicologia. A partir da apresentação pode-se entender um pouco melhor sobre a mentira, conceitos e motivações, e como um comportamento tão comum na vida das pessoas pode influenciar os processos de psicoterapia e como os profissionais por vezes não estão conscientes da importância desse comportamento.

Através de entrevistas com psicólogos e revisões bibliográficas é possível entender o que profissionais de diferentes abordagens da psicologia fazem ao se depararem com uma mentira durante sua prática clínica e dados que sugerem que a mentira na terapia é quase universal.

Além de conceitos sobre a mentira, também é apresentado o conceito de vieses cognitivos, que impactam a prática clínica do profissional, assim como o dia a dia nas relações pessoais.

Tomar consciência desses eventos permite um novo olhar para o mundo e novos pensamentos que antes não eram possíveis, uma vez que esses conceitos eram desconhecidos.

A mentira não é só frequente como também pode mudar todo o curso de uma terapia e nesse trabalho você entenderá o motivo disso.

REFERÊNCIAS

ARIELY, Dan. A (honesta) verdade sobre a desonestidade: Como mentimos para todo mundo, especialmente para nós mesmos. Tradução: Ivo Korytowski. 1. ed. Rio de Janeiro: Editora Sextante, 2021. 240 p. ISBN 978-6555641660.
BLANCHARD, Matt; FARBER, Barry A. Lying in psychotherapy: why and what clients don’t tell their therapist about therapy and their relationship. Counselling Psychology Quarterly, [S. l.], v. 29, p. 90-112, 23 set. 2015. Disponível em: https://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/09515070.2015. 1085365?scroll=top&needAccess=true. Acesso em: 12 out. 2022.
EKMAN, Paul. Telling Lies: Clues to Deceit in the Marketplace, Politics, and Marriage. [S. l.]: W. W. Norton & Company, 2009. 402 p. ISBN 0393337456.
HERMAN, Amy E. Inteligência visual: Aprenda a arte da percepção e transforme sua vida. 1. ed. [S. l.]: Zahar, 2016. 336 p. ISBN 978-8537815991.
VRIJ, Aldedrt. Detecting Lies and Deceit:: Pitfalls and Opportunities. 2. ed. [S. l.]: John Wiley & Sons, Ltd, 2008. 488 p. ISBN 978-0-470-51624-9. E-book.

Painel de Trabalhos

-- vazio --

A psicologia clínica e a sua preocupação (ou a falta dela) com a mentira

A psicologia clínica e a sua preocupação (ou a falta dela) com a mentira

[mbv name="course-video-content"]

24 respostas para “A psicologia clínica e a sua preocupação (ou a falta dela) com a mentira”

  1. Muito bom seu trabalho, João Pedro. Ótima apresentação. Este tema é extremamente importante para o campo da psicologia clínica. De fato há mesmo a ideia de “não importa a mentira” no meio, mas há também um consenso de norte para intervenções a partir do momento em que elas se revelam. Seu trabalho é uma sinalização importante aos profissionais da psicologia que trabalham na área clínica: Há algo aí que pode ser explorado, pois pode contribuir positivamente no manejo, nas intervenções, logo, no processo terapêutico.

Deixe um comentário

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

24 respostas para “A psicologia clínica e a sua preocupação (ou a falta dela) com a mentira”

  1. Muito bom seu trabalho, João Pedro. Ótima apresentação. Este tema é extremamente importante para o campo da psicologia clínica. De fato há mesmo a ideia de “não importa a mentira” no meio, mas há também um consenso de norte para intervenções a partir do momento em que elas se revelam. Seu trabalho é uma sinalização importante aos profissionais da psicologia que trabalham na área clínica: Há algo aí que pode ser explorado, pois pode contribuir positivamente no manejo, nas intervenções, logo, no processo terapêutico.

Deixe um comentário

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

Voltar ao Painel

-- vazio --