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RECONHECIMENTO DE EXPRESSÕES FACIAIS POR ADULTOS COM TRANSTORNO DO DÉFICIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE

RECONHECIMENTO DE EXPRESSÕES FACIAIS POR ADULTOS COM TRANSTORNO DO DÉFICIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE

61 respostas para “RECONHECIMENTO DE EXPRESSÕES FACIAIS POR ADULTOS COM TRANSTORNO DO DÉFICIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE”

  1. Gostei muito do tema proposto! Fica bem explícito a importância do reconhecimento das expressões faciais para a relação interpessoal, e gostei de saber o quanto isso impacta e/ou pode modificar as relações. Parabéns!

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AUTORE(A)S

Thais Ribeiro Lauz (Mestranda/Psicologia)
Luíza Vieira Macedo Pinto (Graduanda/Psicologia)
Silvio José Lemos Vasconcellos (Doutor/Psicologia)

RESUMO

O Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é caracterizado por diferentes sintomas de desatenção, hiperatividade e impulsividade, tendo características de baixa tolerância à frustração, irritabilidade e labilidade do humor (DSM-V). Esse diagnóstico também está ligado a déficits de autorregulação emocional e controle inibitório (CASTRO; DE LIMA, 2018). Um estudo de Pelc (2006), chegou a resultados que sugerem que crianças com TDAH possuem habilidades de decodificação não-verbal abaixo do ideal, quando comparadas a um grupo controle de crianças sem o transtorno. Já Dan (2020) indica que adolescentes com TDAH apresentam diferenças no processamento neural, sugerindo que os mesmos avaliam expressões faciais com métodos diferentes de seus pares neurotípicos, porém não apresentam prejuízos notáveis nas tarefas de reconhecimento de emoções, se comparados com seus pares neurotípicos, exibindo taxas de acerto e tempo de reação similares. Dentre as diferentes formas de expressões das emoções, as expressões faciais são aquelas que medeiam boa parte das interações sociais e da comunicação não-verbal. Através da observação da expressão pode-se processar informações sobre o estado emocional de uma pessoa e suas intenções. As emoções básicas universais expressas pela face são: alegria, tristeza, raiva, medo, surpresa e nojo (EKMAN, 2011). O objetivo da presente pesquisa é comparar indivíduos com e sem TDAH referente ao desempenho no reconhecimento de emoções básicas em expressões faciais. Em um estudo transversal e controlado, serão selecionados 30 participantes com TDAH para compor o grupo principal e 30 participantes para compor o grupo controle, todos maiores de 18 anos. Será utilizada uma tarefa, produzida e validada pelo grupo de Pesquisa e Avaliação das Alterações da Cognição Social (PAACS), denominada FERBT 2. Essa tarefa possibilita, por meio do paradigma GO-NO-GO que cada participante emita uma resposta a partir de tecla do computador para tarefa de valência emocional específica envolvendo expressões faciais expostas na tela do computador. Ou seja, contabilizam-se os erros envolvendo a emissão de resposta incorreta, bem como aquelas nas quais a resposta correta deixou de ser emitida, além do tempo de latência para a emissão de cada resposta. Os participantes serão convidados a comparecer, individualmente, em uma sala com boa luminosidade e isolamento acústico. Após a assinatura do termo de consentimento livre e esclarecido, realizarão a tarefa em um computador. O software usado permite a quantificação dos erros e acertos ao término da tarefa. Será utilizado o teste t de Student para comparar os grupos, além do cálculo do tamanho de efeito correspondente. Até o momento, a tarefa apresentou boa capacidade discriminativa a partir de um estudo piloto com dez participantes.


REFERÊNCIAS

EKMAN, P. A linguagem das emoções. São Paulo: Lua de Papel, 2011.
AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION. Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais: DSM-5. Porto Alegre, RS: Artmed, 2014.
CASTRO, C. X. L.; DE LIMA, R. F. Consequências do transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) na idade adulta. Revista Psicopedagogia, v. 35, n. 106, p. 61–72, 2018.
DAN, O. Recognition of emotional facial expressions in adolescents with attention deficit/hyperactivity disorder. Journal of Adolescence, v. 82, p. 1–10, jul. 2020.
PELC, K. et al. Recognition of Emotional Facial Expressions in Attention-Deficit Hyperactivity Disorder. Pediatric Neurology, v. 35, n. 2, p. 93–97, ago. 2006.

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